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sexta-feira, 31 de março de 2017

ENEM 2017: Direito da USP decide reservar vagas para cotistas raciais



A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) decidiu reservar 30% de suas vagas para novos alunos em 2018 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e, pela primeira vez, vai seguir uma política de cotas. Das vagas para alunos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), 10% serão para alunos de escola pública e 20% reservadas para auto declarados pretos, pardos e índígenas.

A possibilidade de usar as notas do Enem para ingressar na USP foi adotada em 2015. A decisão de aderir ou não ao Sisu é feita em cada unidade. No primeiro ano, o total de vagas via Sisu representou 13,5% do total de vagas nos cursos de graduação.

No caso da faculdade de direito do Largo de São Francisco (FDUSP), em 2016 a unidade aderiu ao Sisu, mas havia reservado 20% das suas vagas exclusivamente para alunos de escolas públicas. Atualmente a FDUSP possui 460 vagas, sendo 225 destinadas ao período diurno e 235 no noturno.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

FAMOSOS E O VESTIBULAR! De Drauzio Varella a Arnaldo Antunes: os aprovados em vestibulares

Se você está comemorando sua aprovação no vestibular: Parabéns!
Veja, abaixo, alguns famosos que já sentiram esse gostinho de ver seu nome na lista dos aprovados.
























sábado, 28 de janeiro de 2017

MANUSCRITO PARA DIGITAL: o protótipo criado pela USP



Cássio Sakayanagui e Letícia Li Koga ao lado do projeto Marc, dupla criou o protótipo para o TCC – Foto: Divulgação


A notícia é do JORNAL da USP:

O desenvolvimento de projetos inovadores na USP não se restringe apenas a pesquisadores em nível de mestrado, doutorado ou pós-doutorado. Ainda na graduação, muitos estudantes apresentam ideias que podem ajudar a sociedade. Esse é o caso de Letícia Li Koga e Cássio Sakayanagui, alunos do Departamento de Engenharia da Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica (Poli) da USP (PCS). Eles elaboraram um equipamento capaz de identificar tudo aquilo que foi manuscrito pelo usuário e reproduzi-lo diretamente para a tela do computador.

Chamado de Módulo de Aprendizado para Reconhecimento de Caligrafias (Marc), o protótipo foi premiado como melhor trabalho de conclusão de concurso (TCC) do departamento entre os 45 apresentados, em dezembro do ano passado. Segundo a dupla de estudantes, a tecnologia baseada na digitalização vem para facilitar a vida das pessoas.

Além do conforto de produzir conteúdos escritos à mão junto ao benefício de sua transposição automática para um meio virtual, o Marc chega para auxiliar aqueles que possuem dificuldades para digitar, construir ou preencher documentos em um computador. No cenário atual, no qual grande parte da informação é construída on-line, o projeto também pode ser considerado uma forma de inclusão digital.

Usuário testando o protótipo durante evento do PCS – Foto: Divulgação

O aparelho, construído a partir de uma caneta comum, sensores de toque, um arduíno (placa de prototipagem) e uma rede neural, identifica as grandezas ligadas ao movimento, como aceleração e velocidade angular, proporcionando ao seu sistema um reconhecimento de padrão para cada letra. “Esse aparelho não olha o que o usuário escreveu, ele percebe as trajetórias do movimento e as assemelha com a escrita”, comenta Letícia.

O trabalho contou com uma placa de circuito SMD e dupla face fabricada apenas com os equipamentos disponíveis no laboratório do departamento. “É espetacular ter a oportunidade de criar nossa própria placa ao invés de encomendá-la. Isso ajudou muito na nossa formação como engenheiros”, afirma a dupla premiada.

Em meio aos agradecimentos, técnicos do PCS e o professor Bruno de Carvalho Albertini, responsável por orientar a dupla ao longo do TCC, também foram lembrados. “Eles nos ajudaram a pensar em soluções para os nossos problemas, a manusear equipamentos e a nos indicar onde poderíamos conseguir ajuda”, diz Letícia, apontando-os como fundamentais para construção do trabalho.

Exposição prática dos TCCs na Escola Politécnica – Foto: Divulgação

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Fiquem atentos! Unicamp já está com inscrição aberta para o vestibular. Confira o calendário para o segundo semestre.






Inscrições: De 11 de agosto a 11 de setembro
Taxa: R$ 140
Vagas: 3.320
Primeira fase: 23 de novembro
Segunda fase: 11. 12 e 13 de janeiro de 2015.
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Inscrições: De 22 de agosto a 8 de setembro
Taxa: R$ 145
Vagas: 11.157
Primeira fase: 30 de novembro
Segunda fase: 4, 5 e 6 de janeiro de 2015
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Unesp
Inscrições: 15 de setembro a 10 de outubro
Taxa: Não divulgada
Primeira fase: 16 de novembro
Segunda fase: 14 e 15 de dezembro
Mais informações


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Inscrições: 22 de setembro a 24 de outubro
Taxa: Não divulgada
Primeira fase: Enem (8 e 9 de novembro)
Segunda fase: 11 e 12 de dezembro
Mais informações


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Inscrições: De 1º de agosto a 15 de setembro
Taxa: R$ 130
Vagas: 170
Provas: 9, 10, 11 e 12 de dezembro
Mais informações


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Inscrições: De 9 de setembro a 26 de outubro
Taxa: Não divulgada
Provas: 28 e 29 de novembro
Mais informações


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PUC-SP
Inscrições: 10 de outubro a 18 de novembro
Taxa: Não divulgada
Prova: 7 de dezembro
Mais informações


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Inscrições: 7 de julho a 15 de outubro
Taxa: R$ 75 (até 15/08) e R$ 150 (de 16/08 a 15/10)
Prova: 14 de dezembro (administração), 23 de novembro e 7 de dezembro (economia), 20 e 23 de novembro, 15 a 19 de dezembro (direito).
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

VEJA OS CURSOS MAIS CONCORRIDOS DO VESTIBULAR FUVEST 2014


VEJA OS CURSOS MAIS CONCORRIDOS DO VESTIBULAR FUVEST 2014 (*)
Curso
Fuvest 2014
Fuvest 2013
Fuvest 2012
1º) Medicina - Ribeirão Preto
62,91
45,45
40,61
2º) Medicina - São Paulo
58,57
56,43
51,18
3º) Engenharia Civil São Carlos
50,85
53,18
52,27
4º) Publicidade e Propaganda
49,98
48,46
47,20
5º) Psicologia
48,57
37,87
31,43
6º) Jornalismo
45,10
41,57
39,78
7º) Artes Cênicas Bacharelado
41,53
36,13
31,53
8º) Curso Superior do Audiovisual
41,23
35,80
34,63
9º) Relações internacionais
38,23
42,90
44,55
10º) Design
34,83
34,65
30,45
11º) Fisioterapia
32,76
30,08
26,52
12º) Arquitetura FAU
31,43
29,47
25,29
13º) Arquitetura - São Carlos
30,51
31,40
28,02
14º) Medicina Veterinária
29,33
22,41
19,31
15º) Eng. Aeronáutica São Carlos
28,63
27,13
24,18
16º) Psicologia Ribeirão Preto
28,08
28,60
24,73
17º) Ciências Biomédicas
26,08
29,52
27,10
Fonte: Fuvest
(*) Obs.: A Fuvest divulgou apenas os cursos com concorrência superior a 25 candidatos por vaga

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Histórico! Palestra de Chico Mendes para o Departamento de Geografia da USP em 1988

Sábado, durante o espetacular trabalho jornalístico que o Jornal Nacional prestou ao povo brasileiro ao entrevistar um pecuarista acusando os índios de Corumbá (MS) em saquear suas fazendas, lembrei-me de uma palestra que o Prof. Dr. Bernardo M. Fernandes nos passou em vídeo no curso de Geografia da UNESP de Presidente Prudente.
Por que a associação de um tema com o outro? Bem... compartilho os vídeos abaixo para que também possam tirar suas conclusões.





















quarta-feira, 27 de março de 2013

Pesquisa da Esalq avalia capacidade brasileira em relação a biocombustíveis



Da Assessoria de Comunicação da Esalq



Nos últimos anos, algumas mudanças em nível global têm sido resultado da interferência do homem. Esta interferência, por sua vez, é fruto do avanço da civilização, tecnologia e da potencialização nas formas de exploração de energia para produção de produtos manufaturados em grande escala. Essas interferências na natureza estão transformando a vida do homem, no que diz respeito ao seu bem estar e cotidiano, seja no campo ou na cidade. “Desde a revolução industrial até 2005, por exemplo, houve acréscimo do volume de emissões de gases do efeito estufa, de 100 partes por milhão, período este, em que se observou aumento de 0,7 graus centígrados na temperatura média da terra”, destaca o gestor em agronegócio, Jerônimo Alves dos Santos.

Observando estas mudanças, Jerônimo desenvolveu em seu Doutorado em Economia Aplicada, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP, em Piracicaba, pesquisa científica para expor a capacidade de nosso país em relação à produção e consumo de biocombustíveis. Impactos na economia brasileira, pela substituição dos combustíveis fósseis por etanol e biodiesel, no período de 2010 a 2030, foi o foco do estudo. Orientado pelo professor Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho, do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), o trabalho que teve como base de estudo o Plano Nacional de Energia (PNE 2030), analisou os impactos na economia brasileira que, uma ampliação na produção e uso do etanol e biodiesel, como substituição de parte dos combustíveis fósseis, poderia trazer.

Levando em consideração as atividades responsáveis por maior emissão de gases, como o transporte, indústria e agropecuária, que são também setores que mais contribuem para a atividade econômica, a análise teve como método o Modelo Computável de Equilíbrio Geral (EGC). “Esse método de análise vem sendo utilizado como ferramenta de decisões em âmbito tecnológico, científico, social, econômico e ambiental, para averiguar questões como impactos ambientais, impactos na renda de um país, choques econômicos, choques internos e externos na economia, problemas nos indicadores endógenos e exógenos na economia, políticas comerciais, políticas tributárias e etc”, afirma o pesquisador. O modelo utilizado é baseado na economia australiana e adaptado para o Brasil, denominado TERM-BR. “É um modelo estático, de um conjunto de equações descritas de forma linear, cuja solução é apresentada na forma de variação percentual”, explica.

Segundo o pesquisador, atualmente o Brasil é um dos poucos países que possui uma participação elevada das fontes de energia renovável em sua matriz energética, atendendo aproximadamente 44% da sua necessidade. Entre essas fontes renováveis encontram-se os produtos de cana-de-açúcar (15,70%), hidráulica (14,70%) e a lenha (9,70%).

A conclusão da pesquisa, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), é positiva. “Os impactos das políticas dos biocombustíveis promovem aumentos em quase todos os agregados macroeconômicos, em especial os choques causados pelo biodiesel, que foram relevantes para o desenvolvimento regional e independência energética do ponto de vista dos impactos sobre as emissões dos gases de efeito estufa”, conta. Foram observadas reduções das emissões dos principais combustíveis fósseis da matriz energética. Sobretudo, foi observado que, tanto economicamente como ambientalmente, as políticas de inserção gradual dos biocombustíveis, podem surtir efeitos favoráveis no aumento da atividade da economia brasileira e na redução das emissões totais.