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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

FUVEST 2017 - QUESTÃO 44: Industrialização brasileira

O período que vai de 1956 a 1967 é considerado como a primeira fase da industrialização pesada no Brasil.

Barjas Negri. Concentração e desconcentração industrial em São Paulo _ 1880􀀀1990. Campinas: Unicamp, 1996.

Sobre as características da industrialização brasileira no período de 1956 a 1967, é correto afirmar que
a) houve uma associação entre investimentos no setor estatal e a entrada de capital estrangeiro, que propiciaram a instalação de plantas produtoras de bens de capital.
b) a instituição do Plano de Metas, que teve como principal finalidade incrementar a incipiente industrialização do Rio de Janeiro e de São Paulo, marcou politicamente esse momento do processo.
c) partiu do Estado Brasileiro, de caráter fortemente centralizador e nacionalista, a criação das condições para a nascente indústria têxtil que se instalava no país, por meio de diversos incentivos e isenções fiscais.
d) ocorreu a implantação de multinacionais do setor automobilístico, que se concentraram em São Paulo, principalmente ao longo do eixo da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, em direção a Ribeirão Preto.

e) se trata de uma fase marcada pela política de “substituição de importações”, uma vez que se deu um incremento da indústria nacional, pela abundância de mão de obra.

FUVEST 2017 - QUESTÃO 39: Comentários e correção da questão sobre a Geologia do Vale do Paraíba

A figura mostra corte transversal AB em área serrana embasada por rochas metamórficas entre os municípios de Apiaí e Iporanga, no Vale do Ribeira, sul do estado de São Paulo.


As rochas representadas são de idade pré-cambriana e formam estruturas em um sistema de:
a) soleiras e diques.
b) dobras anticlinais e sinclinais.
c) plataformas e bacias sedimentares.
d) intrusões e extrusões.

e) falhas verticais e horizontais.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Mapa da variação do IPTU de São Paulo para 2014

Confira o mapa de como será o reajuste nos 96 distritos da cidade em 2014.

A matéria completa está no Portal do G1 e você pode conferir aqui


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Vamos parar de hipocrisia: deixem os cubanos trabalharem!

Estou acompanhando atentamente as opiniões de políticos, profissionais e entidades de classe sobre a vinda de médicos estrangeiros para atuarem no Brasil. Algumas, inclusive, causam preocupações xenófobas. Outras, mesmo contrárias, demonstram ponderações.
A partilha do conhecimento e do dom profissional deve ser analisada como um bem à serviço das minorias que são as maiorias em nosso país. Os médicos brasileiros podem ficar tranquilos: os cubanos não trabalharão no Albert Einstein, Sírio Libanês ou São Luiz.... Não esquentem suas cabeças, os seus “colegas” profissionais deixaram os grandes centros especializados (leia-se: $$) para vocês.
Agora, cuidado, porque se essa onde de impedir profissionais de atuarem no Brasil pegar, tenho medo dos grandes centros acadêmicos do mundo (Oxford, Havard, MIT, Le Suborne...) também se acharem no direito de reservar seus conhecimentos apenas para os seus nativos. Não seria justo?
Digo mais um pouco: como professor, aqui em São Paulo, tenho uma renda satisfatória que me garante uma vida tranquila. Da mesma forma que não aceitaria uma proposta de emprego nas regiões mais distantes do centro financeiro do país, não me incomodaria se professores estrangeiros ocupassem esses postos.
Deixem os cubanos trabalharem ou avante para o interior!


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

METRÔ DE SÃO PAULO JÁ FOI CONSIDERADO PROJETO ULTRAPASSADO E DESNECESSÁRIO



Você já parou para pensar a cidade de São Paulo sem o metrô?

Imagem de William Molina
Imagem de William Molina
Isso mesmo sem metrô, provavelmente não, porém nas décadas de 1930 e 1960 diante de debates a respeito do desenvolvimento da cidade de São Paulo, o engenheiro Prestes Maia e o prefeito na época Luís Inácio de Anhaia Melo tiveram posições divergentes em relação ao Metropolitano. Anhaia Melo defendia a necessidade de “frear” o crescimento urbano do município estabelecendo uma estrutura que aproximasse o trabalho da moradia, porém Prestes Maia entendia que não havia como “frear” este crescimento e que era preciso investir no projeto do Metropolitano.
Hoje observando a malha metropolitana do metrô transportando diariamente milhões de pessoas de Norte a Sul e de Leste a Oeste, poderíamos afirmar que morar, trabalhar e residir na cidade sem o metrô ficaria impraticável, algo que hoje também se revela em analise diante do crescimento exponencial da população atraída por emprego vindas de outras regiões e até países.
O metrô de São Paulo possui 74,2 km e transporta cerca de 4,1 milhões de pessoas por dia, possuindo quatro linhas e uma PPP a linha 4-amarela.