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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Dicas para mandar bem na segunda fase da Fuvest



Faça provas anteriores da segunda fase: Escreva as resoluções de exercícios e faça redações. Não vai dar tempo de ver assuntos novos com profundidade, mas vai dar tempo de revisar conteúdos já estudados e fortalecer seus conhecimentos. É essencial que, quando o estudante não conseguir resolver alguma questão, ele vá atrás do conceito que não está entendendo.

Releia seus resumos e mapas mentais: Releia seus esquemas elaborados ao longo do ano, principalmente os idealizados e executados pelo próprio estudante. Deixe os livros apenas para dúvidas mais específicas que possam surgir nas revisões.

Foque nas disciplinas específicas do seu curso: O ideal, sempre, é equilibrar todas as disciplinas, já que é interessante que o estudante tenha domínio de todas as áreas. No entanto, faltando apenas alguns dias para as provas, dê uma atenção especial principalmente para as matérias que mais serão cobradas dos candidatos.

Escreva com clareza e responda apenas o que for pedido: Entender o estilo da prova é essencial, por isso é importante estudar com provas anteriores. Além de ser bom para pegar o conteúdo, também ajuda a entender o que a banca costuma pedir. O formato dissertativo de questões exige que os candidatos se expressem com clareza e saibam organizar bem as ideias dentro do espaço delimitado para a resposta. O é importante saber interpretar os fatos e dados e elaborar hipóteses que demonstrem que o candidato domina as áreas de conhecimento do ensino médio. Não é legal ficar enrolando caso você não saiba a resposta ou tentar preencher o espaço com informações além do que for pedido.

O que pode cair em Geografia?
A prova caracteriza-se por apresentar um leque de assuntos diversificados, tratando de questões como:

– A questão energética no mundo e no Brasil;
– As mudanças no clima do planeta e as Conferências e acordos;
– A questão urbana no mundo e no Brasil: as megacidades, a questão do saneamento básico, a mobilidade urbana, as ocupações e a favelização;
– Comércio mundial e suas desigualdades: o norte desenvolvido e o sul subdesenvolvido;
– A globalização e a atuação das empresas globais e dos blocos econômicos;
– A população mundial e do Brasil: o crescimento mundial da população e as migrações, em especial, a questão dos refugiados;
– A nova geopolítica mundial: o papel da Rússia, o crescimento do terrorismo, o Estado Islâmico e a atuação dos EUA, França e Inglaterra;
– Os domínios morfoclimáticos no Brasil: suas características e principais riscos ambientais.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Universidade de Stanford oferece cinco métodos para anotar com precisão durante as aulas



Procedimentos simples, como numerar as frases, e outros mais complexos, como o método Cornell, que exige a divisão do papel em três partes e dedicação do estudante são algumas das dicas oferecidas aos alunos da Universidade de Stanford, pelo Centro de Ensino e Aprendizado da instituição.


Confira:


CornellDivide o espaço do papel em três: para informações principais, palavras-chave e para relações entre os conteúdosEm aulas ou palestras em geral. O método facilita a revisão de conteúdo para as provas e exames posterioresSistematiza as anotações e facilita a revisão de conteúdos. Economiza tempo, pois não é preciso passar o texto a limpoNenhum
Linhas geraisConsiste em anotar as informações com travessões e margens. A informação mais geral começa na esquerda; as mais específicas, ganham indentaçõesQuando há tempo suficiente para pensar antes de colocar a informação no papel. O formato é eficiente quando sua habilidade de tomar notas já está afiadaÉ organizado se for utilizado corretamente. As margens mostram as relações entre os conteúdos anotados. Fica fácil de observar os pontos principais e os secundáriosExige mais reflexão durante a aula antes de escrever o conteúdo no caderno. O método não é bom quando o professor fala muito rápido
MapeamentoUtiliza as habilidades de compreensão e de concentração. Os mapas gráficos criados mostram a relação entre os conteúdosFunciona em palestras e aulas que exigem participação. Com um gráfico, é mais fácil ter entendimento imediato da matériaAjuda a prestar atenção à aula. Com cores diferentes, fica fácil visualizar os pontos principais do conteúdo na hora da revisão para a provaA transição dos pontos principais para pontos secundários pode ser esquecida na hora de anotar o conteúdo
TabelasConsiste em arranjar os dados em uma tabela, com divisões em categorias. É apropriado para fatos históricos, conteúdos de biologia ou de geografia, por exemploEmpregado quando o assunto tem categorias, é denso e apresentado rapidamente. Funciona quando você já pensou nas divisões da matériaEncontrar informações relevantes fica bem fácil. Funciona bem para memorizar fatos ou características do assunto quando você tem uma avaliaçãoA maior dificuldade é dividir as anotações em categorias. Pode ser necessário elaborar a tabela antes de a aula começar
Sentenças ou frasesCada pensamento, fato ou tópico é escrito em uma linha separadaÉ bom para aulas organizadas, com conteúdo denso e ministrado rapidamenteÉ mais organizado do que o parágrafo e absorve muita informaçãoNão é possível diferenciar pontos principais dos secundários
MétodoDescriçãoQuando usarVantagensDefeitos