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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

MURO DA VERGONHA: Trump ordena a construção de barreira física entre EUA e México


O presidente Donald Trump, acompanhado do vice Mike Pence, do secretário de Segurança Interna, John F Kelly, e outros, exibe ordem executiva sobre imigração e que ordena construção de muro na fronteira com o México, em Washington
Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP

Uma grande questão geopolítica que envolve as fronteiras estadunidenses cercaram o debate eleitoral presidencial em 2016. Dando continuidade as promessas de campanha, Donald Trump, presidente dos EUA, assinou nesta quarta-feira (25) decreto presidencial que prevê a construção de uma "grande barreira física" na fronteira com o México.

A notícia está no portal UOL

"Uma nação sem fronteiras não é uma nação", afirmou Trump, após assinar o decreto durante uma cerimônia no Departamento de Segurança Interna, em Washington. "A partir de hoje, os Estados Unidos da América recuperam o controle de suas fronteiras."

"Construir essa barreira é mais do que apenas uma promessa de campanha. É um primeiro passo para realmente tornar segura nossa fronteira porosa", afirmou o porta-voz Sean Spicer, na Casa Branca. "Isso vai conter o fluxo de drogas, crime, imigração ilegal para os Estados Unidos."

O porta-voz acrescentou que o México terá de pagar pela construção do muro de 3.200 km-- algo que as autoridades mexicanas rejeitam. A obra tem um custo estimado em US$ 8 bilhões.

"De um jeito ou de outro, como o presidente [Trump] já disse antes, o México terá de pagar por isso", disse Spicer. 

De acordo com trechos de uma entrevista concedida à emissora ABC News divulgados nesta quarta-feira, mas que ainda não foi ao ar, o presidente Trump afirmou que o planejamento do muro começará imediatamente e sua construção, dentro de meses.

"O mais breve possível, o quão breve possamos fazê-lo fisicamente", afirmou Trump ao ser questionado sobre a construção do muro.

"Diria que em meses, sim. Eu diria que em meses, certamente o planejamento vai começar imediatamente", ressaltou, afirmando que o México pagará "100%" pela construção.

"Vamos ser, de certa for, reembolsados pelo México", disse Trump. "Estou dizendo para você que haverá um pagamento. Será feito de alguma forma, talvez de uma forma complicada."

Imigração

Trump assinou ainda nesta quarta uma segunda ordem presidencial que endurece as leis imigratórias dentro dos EUA, em parte fazendo com que as agências que atuam na área "entreguem" imigrantes ilegais para autoridades federais, revertendo a política do governo Obama de "capturar e soltar" imigrantes na fronteira.

A medida também prevê a contratação de 5 mil novos agentes de fronteira e triplicar o número de agentes de deportação, além da retirada de financiamento federal às chamadas cidades-santuário (municípios que limitam cooperação com funcionários da imigração, tecnicamente ajudando a proteger ilegais, como Chicago, Nova York e Los Angeles). 

"O povo americano não vai mais ser forçado a subsidiar esse desprezo pelas nossas leis", afirmou o porta-voz Sean Spicer.

O decreto ainda prevê a criação de uma agência para lidar com "crimes relacionados à imigração ilegal", sem detalhar.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Não globalismo de Trump: presidente dos EUA assina decreto para retirar o país de acordo com países do pacífico

Durante sua campanha presidencial, o republicano afirmava que "globalismo, não; americanismo, sim!". Muitos e muitas chegaram a duvidar que a postura de Trump realmente seria a mesma dos seus discursos. Pois é, ao que parece, tudo indica que o homem das madeixas loiras não estava bradando em vão.
Veja a notícia do portal G1:


Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (23) uma ordem executiva para iniciar a saída do país do Tratado de Associação Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), negociado pelo governo de Barack Obama e visto como um contrapeso à influência crescente da China.

A iniciativa é a primeira decisão do novo presidente republicano, que durante a campanha denunciou com veemência o que chamou de acordo "terrível", que "viola", segundo ele, os interesses dos trabalhadores norte-americanos.

"Temos falado muito disso durante muito tempo", disse Trump enquanto assinava a ordem executiva no Salão Oval da Casa Branca. "O que acabamos de fazer é uma grande coisa para os trabalhadores americanos", acrescentou.

O texto, promovido por Washington e que supostamente modela as regras do comércio do século XXI, foi assinado em 2015, mas não entrou em vigor. Ele previa a liberação do comércio de serviços, como engenharia de software e consultoria financeira.

A administração Obama considerava o TPP como o melhor tratado possível porque inclui não só a eliminação de barreiras comerciais, como também de normas sobre legislação trabalhista, ambiente, propriedade intelectual e compras estatais.

TPP
O tratado foi assinado por 12 países: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura, Estados Unidos e Vietnã, que representam 40% da economia mundial.

O TPP, que visa reduzir barreiras comerciais em algumas das economias com o crescimento mais rápido da Ásia e se estender do Canadá ao Vietnã, não pode entrar em vigor sem os Estados Unidos.

Ele precisa da ratificação de pelo menos seis países que respondam por 85% do Produto Interno Bruto (PIB) combinado dos países membros.

Várias organizações não governamentais o questionam por alegar que há normas pouco transparentes para os trabalhadores e o meio ambiente. Argumentam ainda que viola normas soberanas de países-membros e limita o acesso a medicamentos.

A China tem buscado promover sua própria versão de um pacto comercial da Ásia-Pacífico, chamado de Parceria Abrangente Econômica Regional (RCEP, na sigla em inglês), que exclui os Estados Unidos.

Trata-se de um acordo comercial mais tradicional, que envolve cortar tarifas em vez de abrir economias e estabelecer padrões trabalhistas e ambientais como o TPP faria.

Nafta
Trump anunciou na sexta-feira (20), dia de sua posse, que exigirá a renegociação do Nafta, acordo de livre-comércio integrado por Estados Unidos, Canadá e México, e vai abandonar o tratado a menos que o país consiga "um acordo justo".

O comunicado, publicado menos de duas horas depois de Trump fazer seu juramento de posse, diz que o novo governo tentará mudar os termos do acordo em vigor há 23 anos. Durante a campanha, Trump afirmou que o pacto gerou desemprego, baixa na produção industrial e perdas econômicas aos EUA.

A indústria automobilística foi um dos principais alvos das críticas do agora presidente. México e Canadá são os principais exportadores de veículos para o mercado americano. Na campanha e após a vitória nas eleições, Trump atacou especialmente as importações vindas do México e ameaçou sobretaxar fábricas construídas fora dos EUA.

Ele disse que os EUA deixarão de perder indústrias e empregos para a China e o México, e ameaçou penalizar empresas que queiram deixar o país, como fizeram com a Toyota e a BMW.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Bombas explodem em Boston, EUA

A notícia está no Portal G1:


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Duas fortes explosões deixaram mortos e feridos na chegada da Maratona de Boston, nos EUA, nesta segunda-feira (15). Segundo a polícia, as explosões foram causadas por duas bombas "poderosas".
A polícia de Boston confirmou dois mortos e 23 feridos, mas disse que esse número pode aumentar.
O Hospital Geral de Massachusetts estava tratando 19 pessoas. O estado da saúde delas não foi divulgado. O "Boston Globe" afirmou que há mais de 100 pessoas sendo tratadas em hospitais locais.
O FBI (polícia federal dos EUA) afirmou que está tratando o caso como um atentado terrorista, segundo a CNN.
As explosões geraram uma cena de caos na cidade, com feridos e escombros pela rua e movimento de paramédicos.
Por precaução, a agência de aviação civil dos EUA fechou o espaço aéreo sobre a região de Boston.
O incidente ocorreu no momento em que milhares de corredores terminavam a 117ª edicão da maratona, considerada a mais antiga do mundo, disputada desde 1897.
Muitas pessoas estavam no local, em clima festivo, esperando pela chegada dos corredores.
Uma rádio local informou que a primeira explosão ocorreu perto de uma loja de equipamentos esportivos e a outra próximo a uma arquibancada.
Segunda a TV CBS, as duas explosões foram quase simultâneas.
Elas teriam ocorrido por volta das 14h45 locais (15h45 de Brasília), na Boylston Street, altura do número 673, de acordo com uma repórter da WBZ-TV.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Margaret Thatcher, o legado da Dama de Ferro

Durante a década de 1980, Margaret Thatcher foi a Primeira Ministra do Reino Unido. Nascida em 13 de outubro de 1925, em Grantham (Inglaterra), a conhecida Dama de Ferro foi responsável por implantar o neoliberalismo. Enquanto Thatcher implantava o novo modelo na Inglaterra, Ronald Regan também adotava a mesma ideologia econômica nos EUA.

Logo após um longo período marcado pelo intervencionismo, o neoliberalismo tinha como objetivo descentralizar o setor financeiro, diminuir a participação do Estado na economia, flexibilizar o mercado de trabalho e privatizar as empresas estatais. Como proposta, as politicas iniciadas pela Dama de Ferro e pelo Ex-presidente estadunidense, perpassavam pela abertura econômica dos países subdesenvolvidos.

No Brasil, essas políticas ressoaram na década de 1990 no governo Fernando Collor. Porém, foi com Fernando Henrique Cardoso que o neoliberalismo atingiu seu ápice em nosso país. Além de investimentos estrangeiros, o Brasil sofreu privatizações em diversos setores como na mineração, nas instituições financeiras, nos transportes e nas telecomunicações.

No último dia 08 de abril, Margaret Thatcher morreu aos 87 anos vitima de um derrame.

Assista, abaixo, um vídeo sobre o legado de Margaret Thatcher.



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Alunos do Instituto de Educação Harmonia apresentam trabalhos sobre a Ordem Mundial



No dia 22 de Agosto, na aula de Geografia, os alunos do 2º ano do Instituo Harmonia elaboraram cartazes e apresentações como proposta de compreensão das alterações geopolíticas ocorridas no mundo desde o Século XIX até a conjuntura atual.
Dividido em três grandes momentos, os alunos, inicialmente, abordaram o período compreendido entre o fim do Século XIX e meados da década de 1910. Nesta fase, o mundo encontrava-se numa Ordem Geopolítica Mundial multipolar devido as consequências do imperialismo europeu na Ásia e na África.
No período seguinte, foi abordado a Guerra Fria cuja Ordem Geopolítica Mundial era bipolar, uma vez que Estados Unidos e URSS travaram uma disputa ideológica na tentativa de implantar o socialismo ou permanecer com o capitalismo no mundo. Investimentos nucleares, corrida espacial e a utilização exacerbada da propaganda em prol aos seus sistemas econômicos foram alguns pontos apontados pelos alunos como exemplos do acirramento da disputa entre os dois países.
Por fim, desde a década de 1990 até os dias atuais, os alunos relataram sobre a Nova Ordem Geopolítica Mundial, uma vez que é percebida uma tendência multipolar, mesmo com a supremacia estadounidense sobre os demais países do mundo. Além disso, a formação dos blocos econômicos é outro fator marcante que pode contribuir para o desenho desta nova ordem.
A atividade contou com os alunos e alunas Amanda Luft, Ana Gabriela Cardotte, Andréia Nates, Beatriz Makowski, Bianca dos Anjos, Bruna Siqueira, Giovana Cunha, Gumercindo Oliveira Júnior, Izadora Miranda, Luis Philipe Nunes, Rebeca Pompilio e Letícia Urano.