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segunda-feira, 25 de junho de 2018

União Europeia propõe a criação de centros de imigrantes fora das fronteiras do bloco

Deu no EL PAÍS:
Migrantes do 'Aquarius' na chegada ao porto de Valência no domingo.
A ideia de criar um grande campo de refugiados e imigrantes às portas da União Europeia ganha peso em Bruxelas. O Conselho Europeu, que representa os países membros, incluiu essa proposta como parte da discussão que os chefes de Estado e de Governo manterão na próxima semana em Bruxelas. É a primeira vez que essa controversa iniciativa para afastar os estrangeiros irregulares do bloco comunitário ultrapassa a barreira da mera discussão informal. Por enquanto trata-se de um rascunho sujeito a modificações, mas serve para centrar o debate sobre esses novos parâmetros.
"O Conselho Europeu apoia o desenvolvimento do conceito de plataformas regionais de desembarque, em estreita cooperação com o ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) e a OIM (Organização Internacional para as Migrações). Essas plataformas deveriam permitir procedimentos rápidos para diferenciar entre imigrantes econômicos e aqueles que precisam de proteção internacional, de maneira que se reduza o incentivo a embarcar em viagens perigosas", diz o documento de conclusões do Conselho Europeu de junho, a que o EL PAÍS teve acesso.
A matéria completa está aqui

segunda-feira, 13 de março de 2017

Parlamento britânico aprova lei do Brexit


A primeira-ministra britânica, Theresa May, ganhou o aval das duas Câmaras do Parlamento para iniciar a ruptura com a União Europeia. Os deputados da Câmara dos Comuns derrubaram as duas emendas que a Câmara dos Lordes — a alta representação no Parlamento — havia anexado ao projeto, uma a respeito dos direitos dos europeus residentes no Reino Unido e outra sobre a votação parlamentar do acordo final. Posteriormente, a Câmara alta também aprovou a ativação do artigo 50 do Tratado de Lisboa. Com isso, May dará até o fim do mês o primeiro passo para romper amarras com seu principal aliado comercial e político.

Imediatamente depois das aprovações, espera-se que a rainha Elizabeth II faça o resto dando o consentimento real e convertendo-o, assim, em lei.

May pode enviar a carta a Bruxelas invocando o Artigo 50 do Tratado Europeu de Lisboa até o fim do mês, que dá início a dois anos de negociações para acordar os termos de ruptura.

"O que acontecerá posteriormente é bastante simples", explicou à BBC David Davis, o ministro a cargo do Brexit. "A carta vai ao Conselho Europeu", a instituição que reúne os chefes de Estado e de Governo, "e o Conselho tem que decidir as diretrizes" das negociações.

A UE afirmou que apresentará seu primeiro plano para as negociações em um prazo máximo de 48 horas depois de receber a notificação de saída de Londres, e que finalizará sua estratégia em uma cúpula no dia 6 de abril

Posteriormente, dois anos de negociações. Segundo um relatório interno do governo espanhol, revelado pelo jornal "El País", Madri considera que o elemento "mais relevante das negociações é a manutenção da livre circulação de trabalhadores".

A notícia completa no G1 pode ser lida aqui